sábado, 27 de setembro de 2008

Agradecimento e passagem do bastão.

Quero muitíssimo agradecer à Beth e à Michelle por terem escolhido a mim e meu humilde BLOG para recebermos o selo de 100% intradutível (mesmo com toda minha correria de faculdade e 2 monografias para preparar, o que fez com que me ausentasse do Blog, elas se lembraram de mim).
É com muita honra que o ponho aqui, nas apresentações.

[A história do selo 100% Intradutível: Criação do blogueiro Helder, http://algoseperdeu.blogspot.com/, que diz em seu blog ser esse título dedicado a cinco cães das trevas que o deixaram de queixo caído. Pede ainda para que cada recebedor, faça sua listinha de 5 merecedores]


Ambas me deram como missão escolher 5 blogs que, na minha opinião, merecem tal selo.
Lá vão meus escolhidos:

1) Nyh! A personificação da Antítese em http://nycinhaangel.blogspot.com/ - Quem muito me motivou a criar o Blog e quem também sei que incentivei de certa forma. Seja doce ou ácido ou o sabor de suas palavras, sempre merecem ser lidas.

2) Rico e seus sentidos absurdos em http://sentidoabsurdo.blogspot.com/ - Porque escreve ricamente, às vezes são poucas palavras, mas que nos levam a muitas reflexões.

3) Lalinha em http://madamefala.blogspot.com/ - Porque ela é uma dama das palavras, tem um sorriso doce e muitas vezes me faz ter vontade de escrever o que ela escreveu. ( e eu roubo seus escritos! rs, com as devidas aspas, sempre creditado, claro.)

4) Igor José em http://ocaminhodopoeta.blogspot.com/ - Porque faz com que nossa estrada seja de boa poesia.

5)Beth Ribeiro em http://paradoxofeminino.blogspot.com/ - Porque escreve sobre ela, escreve sobre o mundo, sobre o mundo nela e ela no mundo.

6) Michelle em http://algumvenenoantimonotonia.blogspot.com/ - Porque temos tanto em comum...temos formas diferentes de escrever, mas às vezes tenho a impressão que estamos falando da mesma coisa. (E Mi, um dia vou escrever aquela história, sabe? Mas só quando ela estiver lindaaa... =] )

0) http://nadadeoriginal.wordpress.com - hahahahahaha...só porque isso não é nada original. (esse não tá ganhando não...mas ele entra como o número "0" (zero) da minha lista!!)

*Peguem seus selos e os distribuam a quem acharem que mereça, sempre dando os créditos, por favor.

Ainda restam-me 4 votos...até!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Alívio - II

Não busques arte nas minhas palavras.
Não busques dores nos meus gemidos.
Não busques prazer nos meus suspiros.

Talvez haja prazer nas minhas palavras!
Talvez haja arte nos meus gemidos!
Talvez haja dor nos meus suspiros!

Não preciso que nada faça sentido para ti.
Preciso que tudo seja sentido por mim.

E que alívio me são
as palavras
os gemidos
os suspiros

E que alívio me dão
a arte
a dor
o prazer

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Pseudopsicorrevelação

Amante das palavras.
Amadora na escrita.
Sou aquela que psicodigita as palavras
ditas e ditadas
pelo meu pseudo-eu-lírico.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

O Deus da igreja e o amor II (Da série O amor não existe)

Há igrejas que pregam
Deus é amor.
Consideremos que essas igrejas
acreditam, indiscutivelmente, na existência de Deus.
Assim sendo,
a prova de que o amor existe
é que ele é Deus e Deus existe.
Partindo deste princípio,
podemos dizer que as pessoas quando fazem amor (e não o sexo casual),
estão fazendo Deus(es) [Deus=Amor]?
Ainda nessa linha, todos os que nascem de uma relação sexual de amor, são deuses?
Então podemos dizer que essas igrejas pregam o politeísmo?

terça-feira, 15 de julho de 2008

O Deus da igreja e o amor I (Da série O amor não existe)

Há igrejas que pregam:
Deus é amor.
Ora, sabemos que o amor não existe.
Assim sendo, essas igrejas pregam:
Deus é (aquilo que não existe), portanto:
Deus não existe.
Então podemos dizer que há igrejas que pregam o ateísmo (?).

domingo, 13 de julho de 2008

Celular (da série "por falta de título")

Era madrugada, já dormia há muito,
mas o toque de seu celular a fez despertar,
ligou o abajour,
pensava que já estava na hora de se levantar,
mas não, era apenas uma mensagem de texto.

Sentou-se na cama,
leu, releu,
enxugou as lágrimas que turvavam a sua vista,
leu novamente.

Levantou-se.
Beijou o celular enquanto pulava no tapete.
Olhou para a foto que mantém na sua mesa de cabeceira,
sorriu.

Sentou-se novamente.
Levou as pontas dos dedos aos lábios;
sorriu mais uma vez, beijou-os
e levou os dedos beijados e lacrimejados
à foto.

Apagou a mensagem,
desligou o abajour
e foi dormir
para acordar com a certeza
de que tivera um ótimo sonho.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

(Eu) (Ele)

Eu...ele.
Ele...eu.
Eu, ele.
Ele, eu.
Eu e ele.
Ele e eu.
Eu e ele.
Ele e eu.
Nós!
Nós!
Nós!
Nós!
Nós!
Nós!
N_ ó_ s!
N__ ó__ s!
N___ ó___ s!
N____ ó____ s!
N_____ ó_____ s!
N______ ó______ s!
Eu e ele.
Eu e ele.
Eu, ele.
Eu, ele.
Eu...ele.
Eu!!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Alívio

Não sei mais o que fazer,
não consigo escrever
e preciso jogar no mundo
o que lá no fundo
atormenta meu ser.

As palavras, não encontro.
As rimas não funcionam.
Nas minhas emoções, confrontos.

Não consigo organizar minhas frases, meus pensamentos,
tampouco minhas idéias, meus sentimentos.

São tristezas, alegrias,
esperanças, agonias,
desilusões, surpresas,
medo, gritaria.

Choros, risadas,
tragédias, piadas.

O mundo em flashes:
Horror.
Minha memória também:
Temor.

Situações de paz.
Situações de dor.

Há frio...
Há calor...

Há um mundo lá fora
Apavorante.
Há um mundo aqui dentro
Inquietante.

E nos dois mundos há um eu
confuso, sem rumo,
mas a sorrir.

Silêncio!
De repente eu lendo,
descobri que escrevi.

sábado, 5 de julho de 2008

Companhia (in)desejada.

Hoje eu queria ter o direito de ficar só,
mas não me é permitido.
Queria me encontrar sozinha,
não consigo!
Eis que o ar invade meus pulmões,
meu coração pulsa,
meus pensamentos me cansam:
Tudo me perturba!

Onde estou eu que não me encontro?
Como tudo e todos conseguem me encontrar?
Quero fugir... e longe de todos me achar,
mas quando penso que enfim me encontrarei
só e em paz
vem a maldita solidão... insistindo em me fazer companhia.

Colocação é tudo.

Me olha
Me deseja
Me agarra
Me beija
Me apalpa
Me aperta
Me abraça
Me joga
Me bate
Me morde
Me...
Ih! Não...
Apaga tudo e esquece!
Lembrei-me de que não posso começar frases
com o tal do pronome oblíquo átono.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

O do concurso.

Como assim? Não havia eu publicado em meu blog o meu texto publicado em um dos blogs do O Globo...é esse aí:

PAGE NOT FOUND
Acordei no meio da noite agitada por causa de um pesadelo. Levantei-me da cama e fui até a janela, quando vi uma multidão na minha rua: Entre tanta gente me chamou a atenção um homem com vagina, isso mesmo! Mas o mais louco estava ao lado dele, um homem que antes era mulher e agora está grávido! Conversavam com eles um casal de mulheres, a multidão comentava que uma delas era homem quando se casaram pela primeira, depois de anos de separação conjugal, o casal voltou a se entender. Estava presente também um casal que vestia casacos feitos com a pele de seus próprios bichinhos de estimação. E vocês acham que para por aí? Não mesmo. Mais distante, numa parte um pouco escura da rua, havia dois homens e seus “objetos sexuais de estimação”, o de um era uma bicicleta e do outro, uma mesa. Ah, e os leitores conseguem acreditar que na árvore da pracinha havia um chinês tentando pela 101ª se suicidar? Pois havia, mas fora impedido pelo menor fisiculturista do mundo, que queria subir na árvore para ver a Maxi Mounds (dançarina americana com 18 Kg de seios turbinados!), que apareceu usando um Bikine Jeans e um sapato de salto alto sem salto!
Conformei-me de que não era um pesadelo quando ouvi um apitaço e olhei para a rua de baixo: era um guarda mexicano, o mesmo responsável pela fiscalização de um torneio de ciclismo, fotografando uma modelo argentina que corria dos fãs que ameaçavam matar seu cachorro caso ela não se despisse. Enquanto o guarda dava uma de fã, uma americana com cara de bebum, mas com apenas 17 aninhos, surgia num carro em formato de sapato feminino de salto, sonho de consumo da mulherada! A confusão aumentou quando diante dos carros surgiram as Ladies Godivas, nuas, em cima de seus cavalos. Ao notar a confusão no trânsito, um dos sujeitos que compunha toda aquela confusão gritou “por isso que só ando de avião, mesmo que seja no banheiro, sentado na privada!”, ao ouvir isso, aproximou-se um homem se dizendo piloto e contando que com ele acontecera o inverso, ao sair do banheiro, não conseguiu retornar para a cabine de controle, pois a porta estava emperrada.
No meio da multidão um pastor clamava para que os que fossem casados voltassem para suas casas para transar com seus parceiros, a fim de evitar brigas que pudessem levar ao divórcio, lamentando o pedido de divórcio que uma saudita havia feito por seu marido tentar levantar seu véu 30 anos após o casamento. Mas nesse momento todos eram só atenção para uma vaca que aparecia e possuía o tamanho de um elefante, pesquisadores vinham ao seu lado tentando analisar a conseqüência de suas flatulências no efeito estufa do planeta, outros só se preocupavam em analisar o mungido dela para tentar descobrir, por meio do sotaque, de que região ela vinha. Mas o mais engraçado era um homem que, entre tantos estudiosos, só gritava que queria se casar com a vaca. Ele havia se casado com uma cabra, mas estava desiludido.
Os leitores acham que já viram de tudo? Não mesmo! Pois eu vi uma jovenzinha transplantada que trazia, em um recipiente, seu próprio coração, e mediante fascinação da multidão, um homem gritava que eles só estavam daquela forma porque ainda não haviam visto o que ele trazia nos seus recipientes. E o que era? Fantasmas! Pronto. Ao ouvir falar de fantasmas, uma chinesinha que já tem por hábito comer seus próprios cabelos, começou a comer o cabelo de quem aparecesse por perto, comeu, inclusive, os cabelos de perucas que uns gatos usavam. Detalhe: as perucas eram inspiradas em Britney Spears.
Falando em gatos: o jardim da minha casa estava uma loucura! Havia uma legião de bichos que tomavam antidepressivos sendo tratados por funcionários de um spa israelense que usavam cobras, no sentido animal da coisa, para acalmá-los. Parece que surtiu efeito, o cachorro mais feio do mundo até começou a flertar com uma cadela recém ganhadora de uma herança; um gato voltou a fazer previsões sobre a morte de idosos. Final feliz também para o papagaio que se lembrou de seu endereço e voltou para casa
A multidão continuou sua passeata e, depois de uma noite tão alucinada, aproveitei o exemplo do papagaio e voltei para minha cama, agradecendo a sorte de não ser como a inglesinha Jennifer Lloyd e, assim, não correr o risco de morrer de susto!
Ah! Já ia me esquecendo! Toda essa multidão se juntou para homenagear o Fernando Moreira e os dois anos do blog Page Not Found.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Situações de dor

Dói cortar o dedo com papel.

Dói a topada na quina da mesa.

Dói a pisada no dedo mínimo do pé.

Dói imaginar que nunca mais.

Dói a despedida.

Dói saber que não sabia que era a despedida.

Dói a ausência.

Dói a presença acompanhada.

Dói não entender o porquê.

Dói ouvir coisas bonitas para 10 minutos depois ouvir a pior coisa.

Dói não poder falar.

Dói ter que fingir.

Dói ter que superar.

Dói achar que tudo pode ter sido nada...

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Nome atualizado

Enfim encontrei o nome ideal para o meu Blog...pode parecer bobagem, mas agora sinto que o nome condiz com o que ele é de fato.

O título diz tudo...tudo faz mais sentido sob essa perspectiva :P

terça-feira, 17 de junho de 2008

o X da questão


Não julgues meus sentimentos,

pois não sinto teus julgamentos.

Da série [ainda] sem título

E tudo o que a menina queria

era sentir o perfume daquela flor.

A maldita lhe deu espinho

sangue escorrendo

e dor.

sábado, 14 de junho de 2008

Votem em mim

VOTEM EM MIM
http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/

Pois é...eis que a blogueira aqui se tornou uma espécie de co-blogueira do Fernando Moreira no jornal O Globo.
Enviei um texto para um concurso cultural e ele foi publicado. Não é o máximo?! Não querendo dizer que o blog dele é melhor do que o meu, mas é diferente...rs
Estou entre os 5 finalistas. Certamente meu maior prêmio já conquistei: Ter a publicação! Mas se eu for a primeira colocada, ficarei bem + feliz!!

(Maria de Nazaré, soy yo!)

De coração aberto

Após tantas desilusões, dores e decepções,
resolvi abrir meu coração.

De nada adiantará ficar aqui comigo
remoendo um passado infeliz,
um presente inerte
e um fututo sem perspectiva.

Não posso mudar o que não depende de mim.
Cansei de esperar que as coisas mudem,
por isso resolvi que hoje vou sair do meu mundo
para abrir meu coração para o mundo.

Não quero mais saber dos problemas.
Não quero lágrimas em minha face.
Não quero saudades, não quero dor.
Hoje só quero abrir meu coração.

Não!
Não pense você que ao abrir meu coração me tornarei mais uma menininha sentimental que escreve palavras melosas em folhas de papel.
Não me tornarei!
Tampouco pense que me tornarei uma mulher decidida, de salto e maquiagem a sorrir pelo mundo.
Não me tornarei!

Mas acredite: Hoje abrirei meu coração!

Abrirei meu coração
de uma forma fatal
utilizando tão somente
minhas mãos e um punhal.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Votem em mim:

VOTEM EM MIM
Pois é...eis que a blogueira aqui se tornou uma espécie de co-blogueira do Fernando Moreira no jornal O Globo.
Enviei um texto para um concurso cultural e ele foi publicado. Não é o máximo?! Não querendo dizer que o blog dele é melhor do que o meu, mas é diferente...rs
Estou entre os 5 finalistas. Certamente meu maior prêmio já conquistei: Ter a publicação! Mas se eu for a primeira colocada, ficarei bem + feliz!!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Descoberta

Queria descobrir quem tu és
Mas não sei como fazer:
Perco-me diante de ti
Encontro-me longe de mim

Queria descobrir quem tu és
Preciso descobrir quem eu sou:
Sou uma distante de ti
Torno-em outra quando contigo estou

Queria descobrir quem tu és...
Não sei mais se deveria:
Uma parte minha iria sobreviver,
mas qual outra padeceria?

Descobrir quem tu és
É revelar-me a ti
É descobrir quem eu sou
É revelar-te a mim

Descobrir quem nós somos?
Que louca eu sou!
São os nossos desconhecidos
Que conhecem o nosso amor.

O frango de Dorinha

Nasceu assim.

Viveu assim...

Morreu assado!

domingo, 8 de junho de 2008

Sua casa, seu mundo

Por todo o decorrer de nossa vida vamos conhecendo pessoas: Algumas rapidamente, outras mais profundamente. Há aquelas que você conhece por "força da circunstância", mas por algum motivo não se contenta e tenta conhecê-la mais e melhor, é sobre essas pessoas que comentarei agora.
Vocês se conhecem. Tudo começa por um olá e conversa vai, conversa vem, bolinha vai, bolinha vem se tornam grandes colegas, depois amigos, e quando você se dá conta, já abriu as portas e a pessoa está lá, na sua casa, no seu mundo. O que fazer agora? Você não lembra de tê-la convidado, tem a convicção de que ela não pediu para entrar, mas ela está lá, sem você perceber, sem você esperar.
Ignorar sua presença? Não tem como, não tem porque. Se ela entrou foi porque a conversa estava tão boa que não foi preciso pedir licença. Sua entrada foi natural.
Expulsá-la? Como!? A presença é adorável, enche sua casa de alegria e perfume. Mas a pessoa está lá, sem você estar preparada, então o que resta é fazer o seu melhor, buscar o seu melhor e oferecer-lhe, criar o seu melhor onde não houver e disponibilizá-lo para essa pessoa que veio sem você notar, mas cuja companhia te faz muito bem.
Passa-se o tempo e um dia você nota que não há mais aquela alegria, você não consegue mais sentir aquele perfume, então sai pela casa procurando a pessoa. Daí vem a outra parte: Você se dá conta que tal como ela entrou, ela saiu. Sem explicação, sem compreensão. E ao olhar para sua casa, para o seu mundo, nota que tudo está bagunçado...não há mais harmonia e não tem seu amigo (sua amiga) para te ajudar a arrumar...

Gangorra

Lembro-me da última vez que brinquei de gangorra: Era noite, estava com umas amigas em uma pracinha, estávamos bêbadas (de sorvete, que fique bem claro). Sempre que tomávamos sorvete juntas tínhamos a impressão de que nos embebedávamos: ríamos de tudo e de nada, cantávamos músicas em alto tom de voz, brincávamos como crianças que não éramos mais. Por fim não resistimos à gangorra e, com a falta de forças que as gargalhadas nos provocavam, às vezes uma ficava mais tempo em cima do que devia. Lembro-me que nessa ocasião saí machucada, um hematoma em cada coxa pela saída brusca do brinquedo. E hoje, mais adulta, percebo que a vida é assim...uma gangorra. Sei que essa comparação não é nem um pouco original, mas a maneira de perceber é. Percebo hoje que a vida é uma gangorra porque hoje sei que é difícil conseguir manter o equilíbrio, às vezes te falta forças para dar o impulso necessário à subida, às vezes você fica mais tempo que o necessário no baixo e, às vezes, saídas bruscas e inesperadas te causam dor, te causam mágoas. Às vezes a vida te dá o impulso e te põe lá no alto...e você então, ingenuamente (com a ingenuidade de uma criança que se diverte na gangorra do parque), acredita que tudo será alegria e então, sem esperar, ela te põe lá pra baixo...e aí, daquelas sensações, das alegrias, do contentamento, da pureza quase infantil, te surge a dor. E então a bendita dor vem na mesma proporção da imensa felicidade de outrora.
(Mas tal como as crianças, podemos esquecer a dor e subir novamente...)

(Re)Inauguração.

Exatamente em 08/06/2007 nascia o Memórias Vivas de Naná, mas como blogs também têm inferno astral (somente agora descobri isso), o meu resolveu perder todo o estilo de formataçõ que tinha e, após várias tentativas, optei por exlui-lo e começar novamente.
Então é isso: Teremos um novo blog, mas cujas postagens, por ora, serão antigas, porque quero voltar a ter meu blog quase tal como era. É óbvio que a oportunidade forçada de mudar, fará com que eu mude algumas coisas.

E, mais uma vez, aguardemos e confiemos!