Há igrejas que pregam
Deus é amor.
Consideremos que essas igrejas
acreditam, indiscutivelmente, na existência de Deus.
Assim sendo,
a prova de que o amor existe
é que ele é Deus e Deus existe.
Partindo deste princípio,
podemos dizer que as pessoas quando fazem amor (e não o sexo casual),
estão fazendo Deus(es) [Deus=Amor]?
Ainda nessa linha, todos os que nascem de uma relação sexual de amor, são deuses?
Então podemos dizer que essas igrejas pregam o politeísmo?
"Eu pretendo viver para sempre, ou morrer tentando." (Groucho Marx)
quarta-feira, 16 de julho de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
O Deus da igreja e o amor I (Da série O amor não existe)
Há igrejas que pregam:
Deus é amor.
Ora, sabemos que o amor não existe.
Assim sendo, essas igrejas pregam:
Deus é (aquilo que não existe), portanto:
Deus não existe.
Então podemos dizer que há igrejas que pregam o ateísmo (?).
Deus é amor.
Ora, sabemos que o amor não existe.
Assim sendo, essas igrejas pregam:
Deus é (aquilo que não existe), portanto:
Deus não existe.
Então podemos dizer que há igrejas que pregam o ateísmo (?).
domingo, 13 de julho de 2008
Celular (da série "por falta de título")
Era madrugada, já dormia há muito,
mas o toque de seu celular a fez despertar,
ligou o abajour,
pensava que já estava na hora de se levantar,
mas não, era apenas uma mensagem de texto.
Sentou-se na cama,
leu, releu,
enxugou as lágrimas que turvavam a sua vista,
leu novamente.
Levantou-se.
Beijou o celular enquanto pulava no tapete.
Olhou para a foto que mantém na sua mesa de cabeceira,
sorriu.
Sentou-se novamente.
Levou as pontas dos dedos aos lábios;
sorriu mais uma vez, beijou-os
e levou os dedos beijados e lacrimejados
à foto.
Apagou a mensagem,
desligou o abajour
e foi dormir
para acordar com a certeza
de que tivera um ótimo sonho.
mas o toque de seu celular a fez despertar,
ligou o abajour,
pensava que já estava na hora de se levantar,
mas não, era apenas uma mensagem de texto.
Sentou-se na cama,
leu, releu,
enxugou as lágrimas que turvavam a sua vista,
leu novamente.
Levantou-se.
Beijou o celular enquanto pulava no tapete.
Olhou para a foto que mantém na sua mesa de cabeceira,
sorriu.
Sentou-se novamente.
Levou as pontas dos dedos aos lábios;
sorriu mais uma vez, beijou-os
e levou os dedos beijados e lacrimejados
à foto.
Apagou a mensagem,
desligou o abajour
e foi dormir
para acordar com a certeza
de que tivera um ótimo sonho.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
(Eu) (Ele)
Eu...ele.
Ele...eu.
Eu, ele.
Ele, eu.
Eu e ele.
Ele e eu.
Eu e ele.
Ele e eu.
Nós!
Nós!
Nós!
Nós!
Nós!
Nós!
N_ ó_ s!
N__ ó__ s!
N___ ó___ s!
N____ ó____ s!
N_____ ó_____ s!
N______ ó______ s!
Eu e ele.
Eu e ele.
Eu, ele.
Eu, ele.
Eu...ele.
Eu!!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Alívio
Não sei mais o que fazer,
não consigo escrever
e preciso jogar no mundo
o que lá no fundo
atormenta meu ser.
As palavras, não encontro.
As rimas não funcionam.
Nas minhas emoções, confrontos.
Não consigo organizar minhas frases, meus pensamentos,
tampouco minhas idéias, meus sentimentos.
São tristezas, alegrias,
esperanças, agonias,
desilusões, surpresas,
medo, gritaria.
Choros, risadas,
tragédias, piadas.
O mundo em flashes:
Horror.
Minha memória também:
Temor.
Situações de paz.
Situações de dor.
Há frio...
Há calor...
Há um mundo lá fora
Apavorante.
Há um mundo aqui dentro
Inquietante.
E nos dois mundos há um eu
confuso, sem rumo,
mas a sorrir.
Silêncio!
De repente eu lendo,
descobri que escrevi.
não consigo escrever
e preciso jogar no mundo
o que lá no fundo
atormenta meu ser.
As palavras, não encontro.
As rimas não funcionam.
Nas minhas emoções, confrontos.
Não consigo organizar minhas frases, meus pensamentos,
tampouco minhas idéias, meus sentimentos.
São tristezas, alegrias,
esperanças, agonias,
desilusões, surpresas,
medo, gritaria.
Choros, risadas,
tragédias, piadas.
O mundo em flashes:
Horror.
Minha memória também:
Temor.
Situações de paz.
Situações de dor.
Há frio...
Há calor...
Há um mundo lá fora
Apavorante.
Há um mundo aqui dentro
Inquietante.
E nos dois mundos há um eu
confuso, sem rumo,
mas a sorrir.
Silêncio!
De repente eu lendo,
descobri que escrevi.
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